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O número de alunos por turma na Sandbox segue de acordo com a tabela abaixo:

1 - 2 anos 13 alunos por turma p/2 professoras
2 - 6 anos 16 alunos por turma p/2 professoras

(em cada área especial (sala de artes, inglês, computação, música, laboratório de ciências e piscina), existe um especialista de sala que também trabalha com as crianças)

Porque Turmas Menores Fazem A Diferença?

Professores, diretores e pais, consistentemente elogiam as propostas de redução de turmas. Quando têm turmas menores os professores reportam que a atmosfera da turma é melhor, que os alunos podem receber uma atenção mais individualizada e que os professores têm mais flexibilidade de usar abordagens institucionais e tarefas. Eles encontram mais espaço na sala para trabalharem porque usam a mesma sala com menos alunos.

A redução do tamanho da turma muda a situação na sala de aula. Existem menos alunos para interromper uns aos outros. Cada aluno têm mais atenção do professor, mais tempo para falar e escutar os outros e o nível de barulho diminui. Uma teoria usada para explicar tudo esse processo argumenta que, nas turmas menores cada aluno recebe uma porção maior dos recursos educacionais, representado pelo tempo institucional do professor, e consequentemente aprende mais.

Os pesquisadores também sugerem que em turmas menores, os alunos são mais amigáveis, onde eles desenvolvem relações consistentes com seus colegas e professores e estimulam os alunos a engajarem nas atividades de sala e no aprendizado.

Quanto menor a turma, fica mais difícil de escapar da influência positiva da experiência educacional. Os resultados confirmam que uma turma reduzida é particularmente benéfica nos primeiros anos de vida, resultam do fato de que nessa época as crianças estão aprendendo a conviver com um número de pessoas é maior do que o número de pessoas em sua família e também estão aprendendo uma nova rotina.

O foco na educação infantil também sugere que turmas menores representam uma abordagem preventiva ao invés de remediante. Se turmas menores ajudam os alunos a começarem com o "pé direito" no aprendizado de como se ajustar as situações de sala de aula e a engajarem-se em atividades de aprendizado, os alunos evitarão os caminhos mais difíceis da educação de ficar para trás, atraindo a assistência apropriada e alcançando seus colegas de sala.

Para literatura adicional importante sobre o assunto, leia abaixo:

Os principais motivos para reduzir o número de alunos por turma na educação infantil incluem:

1. Os professores podem conhecer melhor seus alunos e oferecer atenção na base de um a um, de que as crianças necessitam;
2. As crianças tem maiores oportunidades de se engajarem em um aprendizado ativo;
3. A performance das crianças aumenta em turmas menores;
4. Os profissionais podem dar conta das responsabilidades adicionais de seus trabalhos, incluindo e envolvendo os pais, com mais eficiência.

O Que Se Sabe Sobre Turmas Reduzidas


Introdução

As mais recentes pesquisas e o bom senso sugerem que turmas reduzidas proporcionam ao professor a chance de devotar mais tempo a cada aluno, consequentemente melhorando a qualidade do aprendizado. Os cépticos preocupam com essa redução pois acreditam que aumenta os custos e não produz benefícios substanciais. Será que o tamanho reduzido de turmas realmente melhora a qualidade da educação infantil?

As evidências das pesquisas disponíveis proporcionam um guia para os educadores que enfrentam esse dilema e que tentam utilizar as estratégias dos benefícios dessas salas reduzidas.

Os pesquisadores desta área têm usado várias técnicas para estudar como o tamanho das turmas afeta a qualidade da educação. Eles observaram a relação entre o tamanho da turma e o sucesso do aluno e conduziram vários tipos de estudo de estudo relacionados ao tamanho das turmas e suas possíveis influências nas práticas educacionais.

Nos últimos 20 anos, foram feitos vários estudos e os pesquisadores coletaram os resultados de muitos dados e experiências e sintetizaram os achados acumulados em conclusões gerais.

Em algumas análises os pesquisadores usaram dados sobre a razão aluno/professor como meios de examinar os efeitos do tamanho das turmas.

Vários estudos experimentais recentes contribuíram substancialmente para o conhecimento sobre o tamanho das turmas e os padrões dos resultados apontam claramente, mais e mais, para os efeitos benéficos de reduzir o tamanho das turmas.

A síntese das pesquisas

Inúmeras análises importantes foram realizadas, usando vários métodos analíticos para desenhar conclusões a partir da revisão de estudos já existentes. A maioria concluiu que reduzir o número de alunos por turma está diretamente relacionado ao aumento do aprendizado.

Em 1978, Smith and Glass publicaram um estudo de meta-análise combinando os resultados de 77 estudos empíricos sobre a relação entre o tamanho das turmas e seus resultados. Eles então descobriram que turmas reduzidas estavam associadas com resultados mais altos em todos os níveis da educação, especialmente se os alunos permaneceram nessas turmas por mais de 100 horas e se as atividades dos alunos foram controladas de perto. Eles descobriram que os maiores benefícios vinham das turmas em que os números eram menores do que 20 por turma. Em um segundo estudo, eles concluíram que as turmas reduzidas eram superiores em termos das reações dos alunos, a auto-estima do professor e a qualidade do ambiente institucional.

1. Em 1989, Slavin, empregou uma estratégia de síntese de melhor evidência para analisar estudos empíricos que abordavam 3 critérios específicos: um estudo inclui somente turmas que tinham sido reduzidas a um número menor do que 20 alunos por pelo menos , um ano.

Essas turmas foram comparadas a turmas substancialmente maiores, desde que, os alunos de ambas as turmas fossem comparáveis. Slavin descobriu que as turmas menores tinham um efeito positivo nos alunos que não persistiam após suas experiências nas turmas reduzidas.

2. Em 1986, Robinson and Wittebols publicaram uma revisão de mais de 100 estudos relevantes usando uma abordagem cluster. Pesquisas similares em forma de "clustered" ou agrupadas, tais como estudos do mesmo nível de educação, currículo ou características dos alunos. Eles concluíram que as evidências mais claras dos efeitos positivos está na educação infantil, particularmente do maternal à 3ª série, e que o número reduzido das turmas trazem benefícios especiais para alunos minoritários e em desvantagem.



3. Uma análise nacional (EUA) dos dados relacionados ao tamanho das turmas Em 1997, Wenglinsky publicou dados de um estudo sobre a relação entre o tamanho da turma e o sucesso acadêmico, baseado em sua análise de dados tirados de três níveis de dados básicos nacionais. O estudo foi desenhado para investigar a relação entre gastos na educação e a performance acadêmica do aluno. Ele combinou dados de três databases diferentes, geradas pelo Centro Nacional de Estatísticas da Educação. Baseado na análise dos dados de alunos de 4ª série em 203 distritos e alunos de 8ª série de 182 distritos dos Estados Unidos, Wenglinsky descobriu que o tamanho das turmas servia como um elo importante entre os custos e gastos na educação e os êxitos em matemática em ambos os níveis, porém de maneiras diferentes.

Nos níveis de 4ª série, as razões aluno/professor menores estão positivamente relacionadas a êxitos mais altos em matemática.

Nos níveis de 8ª séries as razões aluno/professor menores melhoram o ambiente social da escola que, em troca, leva a realização das maiores.

Estudos experimentais recentes sobre o tamanho das turmas

Dados de várias iniciativas, mais recentes, contribuíram consideravelmente para as evidências pertinentes à redução de turmas no mundo inteiro, tanto na educação infantil como no ensino fundamental. Estudos realizados no Estado de Tennesse, USA, atualmente fornecem os mais completos e bem desenhados estudos dos efeitos da redução de turmas.

Tennessee

O projeto STAR - Student-Teacher Achievement Ratio ( Êxito da Razão Professor-Aluno) e coleções de dados associados fizeram uma contribuição muito importante para as evidências de qualidade das pesquisas de redução do número de alunos por turma. O STAR foi um estudo longitudinal de turmas de alfabetização, 1ª, 2ª e 3ª no Tennessee, que começaram em 1985. O STAR comparou turmas de 13 a 17 alunos com turmas de 22 a 26, alunos com ou sem acompanhamentos institucionais adicionais. Os professores participantes não receberam nenhum treinamento profissional enfocando o ensino de classes reduzidas. O STAR foi diferente porque possuía features essenciais de um experimento controlado, desenhado para produzir evidência confiável sobre os efeitos de turmas reduzidas:

O tamanho do estudo. O Projeto STAR incluiu 79 escolas, mais de 300 salas de aula e 7.000 alunos, esses alunos sendo monitorados por quatro anos em turmas reduzidas

Distribuição aleatória. Professores e alunos eram distribuídos aleatoriamente nos três tipos de turmas, para assegurar que o estudo não era propenso a separar quem ficava em que tipo de turma

O Design das escolas. Todas as escolas participantes implementaram, pelo menos um, de cada dos três tipos de sala, para cancelar as possíveis influências resultantes das variações de qualidade das escolas participantes, que poderiam afetar os tipos de atividades das salas de aula.

As evidências desse teste mostraram que os alunos de salas reduzidas tiveram uma melhor performance do que os alunos das turmas maiores, mesmo com ou sem ajuda extra. O Projeto STAR concluiu que:

- Os alunos de salas reduzidas superaram substancialmente os alunos das maiores em vários testes. Isso também provou ser verídico para estudantes de todas as classes sociais, tanto quanto para alunos de cidades pequenas, rurais e grandes centros urbanos. Comprovou também uma identificação mais precoce dos alunos com necessidades de educação especial.

- Não foi constatado nenhuma diferença significante nos sucessos acadêmicos dos alunos nas turmas maiores, mesmo com ou sem ajuda institucional adicional.

Em 1989, o Estudo dos Benefícios Duradouros começaram um estudo de acompanhamento para examinar se os efeitos da experiência em turmas reduzidas persistiam quando os alunos retornavam às turmas. Esse estudo ainda está em andamento. Até hoje os resultados da pesquisa incluem:

Na 4ª série, os alunos de turmas reduzidas continuam a superar os alunos das turmas maiores em todas as matérias acadêmicas.

Na 4ª série, os alunos de turmas reduzidas são mais bem comportados do que os alunos das turmas maiores, per exemplo: esforço na sal da aula, iniciativa e concentração.

Pelo menos até a 8ª série um êxito significante maior dos alunos de turmas reduzidas persiste.

Em suma, os estudos em Tennessee T6em sido considerados como um marco nas pesquisas sobre esse assunto. Finn conclui que "essa pesquisa não deixa dúvidas de que as turmas reduzidas têm uma grande vantagem sobre turmas maiores desde o maternal até as últimas séries do ensino fundamental".

Mosteller, Light, and Sachs chamaram de "uma das melhores experiências da educação da história dos Estados Unidos".

Conclusões das Pesquisas

Em todas as pesquisas já realizadas sobre esse assunto, os resultados padrões levam as seguintes conclusões:

1.Um consenso nas pesquisas indica que a redução no número de alunos, da alfabetização à 3ª série, por turma leva a um achhievement maior.

Os efeitos mais significativos da redução de turma aparecem quando o número de aluno fica entre 15 e 20 e só aumentam quanto o tamanho aproxima-se de 1 a 1.

2.Os dados das pesquisas relevantes mostram que, se o número de alunos for reduzido substancialmente de mais de 20 alunos por turma para menos, o crescimento relacionado a essa mudança leva o aluno médio do percentual de 50 para algo acima de 60%. Para alunos em desvantagem ou em minoria esse percentual cresce ainda mais.

3. Alunos, professores e pais, reportam os efeitos positivos do impacto da redução nas atividades de sala.



Conclusão

Reduzir o número da turma para menos de 20 alunos leva a realizações maiores do aluno. Por esse motivo, a redução de turmas representa uma responsabilidade de fundos maior e sua implementação pode ter um impacto proporcional na aquisição de profissionais qualificados. Reforçar as qualidades do professor também leva a um sucesso maior do aluno.

Bibliografia
1 Glass, Gene V., Leonard S. Cahen, Mary L. Smith, and Nikola N. Filby. 1982. School class size: Research and policy. Beverly Hills, CA: Sage.

2 Finn, Jeremy D. 1998. Class size and students at risk: What is known? What is next? Washington, DC: U.S. Department of Education, Office of Educational Research and Improvement, National Institute on the Education of At-Risk Students.

3 Robinson, Glen E. and James H. Wittebols. 1986. Class size research: A related cluster analysis for decision-making. Arlington, VA: Education Research Service.

4 Tomlinson, Tom. 1988. Class size and public policy: Politics and panaceas. Washington, DC: U.S. Department of Education, Office of Educational Research and Improvement.

5 See Finn 1998 and Charles M. Achilles, 1996. "Students achieve more in smaller classes." Educational Leadership 53 (5): 76-77.

6 Odden, Allan. 1990. "Class size and student achievement: Research-based policy alternatives." Educational Evaluation and Policy Analysis 12 (2): 213 - 227.

7 Florida Department of Education. Office of Policy Research. 1998. "The relationship of school and class size with student achievement in Florida: An analysis of statewide data." http://www.firn.edu/doe/bin00048/home0048.htm

8 Ferguson, Ronald F. 1991. "Paying for public education: New evidence on how and why money matters." Harvard Journal on Legislation 28 (2): 465 - 498.

9 Hanushek, Eric A. 1998. "The evidence on class size." Public Testimony, Washington, DC.

10 Greenwald, Rob, Larry V. Hedges, and Richard D. Laine. 1996. "The effect of school resources on student achievement." Review of Educational Research 66 (3): 361 - 396. See also Hanushek, Eric A. 1996. "A more complete picture of school resource policies." Review of Educational Research 66 (3): 397-409 and Greenwald, Rob, Larry V. Hedges, and Richard D. Laine. 1996. "Interpreting research on school resources and student achievement: A rejoinder to Hanushek." Review of Educational Research 66 (3): 411 - 416.

11 See Finn 1998 and Achilles 1996

12 Wenglinsky, Harold. 1997. When money matters: How educational expenditures improve student performance and how they don't. Princeton, NJ: The Educational Testing Service, Policy Information Center.

13 Mueller, Daniel J., Clinton I. Chase, and James D. Walden. 1988. "Effects of Reduced Class Size in Primary Classes." Educational Leadership 45 (7): 48-50.

14 Achilles, Charles M., Barbara A. Nye, Jayne B. Zaharias, B. DeWayne Fulton, and C. Cain. 1996. "Education's Equivalent of Medicine's Framingham Heart Study." Washington, DC: ERIC Clearinghouse. ED 402677. See also Mosteller, Frederick. 1995. "The Tennessee Study of Class Size in the Early School Grades." The Future of Children 5 (2): 113-127.

15 Finn 1998. Nye, Barbara, B. DeWayne Fulton, Jayne Boyd-Zaharias, and Van A. Cain. 1995. The Lasting Benefits Study, Eighth Grade Technical Report. Nashville, TN: Center of Excellence for Research in Basic Skills, Tennessee State University.

16 See Mosteller 1995, Finn 1998, and Kickbusch, Ken. 1996. "Class Size." Madison, WI: Wisconsin Education Association Council, Professional Development Division. http://www.weac.org/resource/may96/classize.htm

17 Finn 1998. p. 8.

18 Mosteller, Frederick, Richard J. Light, and Jason A. Sachs. 1996. "Sustained Inquiry in Education: Lessons from Skill Grouping and Class Size." Harvard Educational Review 66 (4): 797-842.

19 Egelson, Paula, Patrick Harman and Charles M. Achilles. 1996. Does Class Size Make a Difference? Recent Findings from State and District Initiatives. Washington, DC: ERIC Clearinghouse. ED 398644. See also Finn 1998.

20 Maier, Peter, Alex Molnar, Stephen Percy, Phillip Smith, and John Zahorik. 1997. "First Year Results of the Student Achievement Guarantee in Education Program." Milwaukee, WI: University of Wisconsin-Milwaukee.

21 Texas Education Agency. 1998. "Update on Class Size Waivers, Bilingual Education Exceptions, and Waivers for English as a Second Language." http://www.tea.state.tx.us/sboe/schedule/9801/dppef010.html

22 Sturm, Pepper. 1997. "Nevada's Class-Size Reduction Program." Carson City, NV: Senate Committee on Human Resources. http://www.leg.state.nv.us/lcb/research/bkground/97-07.HTM See also Egelson et al. 1996.

23 Egelson et al. 1996.

24 Achilles et al. 1996 and AIR, RAND, PACE, and EdSource. 1998. Evaluating California's Class Size Reduction Initiative: The Year 1 Data Collection Component. Grant proposal submitted to the Koret Foundation, Palo Alto, CA.

25 California. Senate. "Class Size Reduction." S.B. 804. Chaptered August 18, 1997.

26 AIR et al. 1998.

27 Mosteller 1995, Kickbusch 1996, and Maier et al. 1997.

28 Egelson et al. 1996.

29 Mitchell, Douglas, Christi Carson, and Gary Badarak. 1989. How Changing Class Size Affects Classrooms and Students. Riverside, CA: California Educational Research Cooperative, University of California.

30 Finn 1998.

31 Kickbusch 1996.

32 See Odden 1990 and Mitchell et al. 1989.

33 Wright, Edgar N., Stanley M. Shapson, Gary Eason, and John Fitzgerald. 1977. Effects of Class Size in the Junior Grades: A Study. Toronto, Ontario: Ontario Ministry of Education, Ontario Institute for Studies of Education.

34 See Mitchell et al. 1989 and Robinson and Wittebols 1986.

35 One research study currently under way is being carried out by Brian Stecher and Cathleen Stasz of the RAND Corporation, with funding from the Field-Initiated Studies Program in the Office of Educational Research and Improvement, U.S. Department of Education. This study, entitled "The Effects of Class Size Reduction on Students Opportunities to Learn," is investigating whether reduced class size classes are related to changes in the various kinds of learning opportunities experienced by students.
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